X-Men ’97 abraça a nostalgia em série animada fabulosa

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Ciclope à frente dos heróis mutantes em ‘X-Men ’97’ Imagem: Marvel

X-Men ’97 é o primeiro lançamento dos mutantes desde que, com a compra da Fox pela Disney em 2017, todos os heróis Marvel passaram a dividir o mesmo teto. Eles poderiam ter sido encaixados em filmes alheios, poderiam entrar em cena em uma nova série. A melhor decisão para lidar com mais um catatau de personagens, por fim, foi a mais óbvia: não se mexe em time que está ganhando.

Em vez de experimentar alguma reinvenção, ou de quebrar a cabeça para encaixar os mutantes no agora confuso universo cinematográfico da Marvel, o estúdio optou por continuar a série animada dos anos 1990. Sem firulas, sem mexer na cronologia. X-Men ’97 começa no momento exato em que os episódios originais foram encerrados, em 1997. O poder mutante aqui foi a ilusão de tempo congelado.

Um olhar mais atento, porém, entrega que o tempo fez bem, sim, aos heróis mutantes. A animação, embora espelhe o estilo de décadas atrás, é mais fluida, pero no mucho. O texto ficou mais esperto, dividindo melhor o protagonismo em um elenco já diverso — as mulheres, afinal, sempre foram a espinha dorsal dos X-Men. O foco, ainda bem, não está nem um pouco em Wolverine.

A tragédia e o triunfo de Tempestade em 'X-Men '97'
A tragédia e o triunfo de Tempestade em ‘X-Men ’97’ Imagem: Marvel

O tema de abertura, um dos melhores pedaços de música já feito para embalar super-heróis, teve um upgrade sutil sem perder impacto. O mais importante, contudo, é perceber que a Marvel não perdeu a mão com os mutantes, entendendo que as histórias dos X-Men sempre são melhores quando se concentram em seus personagens, e não em uma vitrine de poderes exóticos.



Fonte: Externa

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