Professor suspeito de sequestro ocorrido enquanto dava aula é solto em SP

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Vítima disse ter informado aos policiais que teve dúvidas ao analisar a foto. À TV Tribuna, a mulher afirmou que os agentes foram até sua casa e, no portão, mostraram a foto de Clayton em um celular. Segundo ela, a imagem era de um homem de “cabelo muito comprido”, enquanto o criminoso tinha cabelo curto. “Em quatro meses, não cresceria o cabelo daquele jeito”, disse.

Professor lecionava no momento do crime, diz defesa. O sequestro aconteceu por volta das 9h do dia 31 de outubro de 2023, segundo boletim de ocorrência. De acordo com a defesa de Ferreira, nesse momento, ele estava dando aula em uma escola na capital paulista.

Escola emitiu declaração informando que o professor estava lecionando. O documento emitido pela Escola Deputado Rubens do Amaral, no Jardim Saúde, zona sul da capital, é assinado pelo diretor da unidade.

Posso afirmar que ele trabalhou no dia 31. Fiz a declaração dos horários, todos eles, e encaminhei. Estou achando estranho toda essa situação, ele é um professor que nunca deu trabalho, sempre trabalhou certinho. E, de fato, ele estava dando aula
Vilson Sganzerla, diretor da escola

Clayton jamais esteve nessa comarca [Iguape] e, no horário e na data em que foi realizado o roubo, ele estava trabalhando. Ele é professor de educação física. A escola expediu uma declaração, forneceu para nós os atestados, as folhas de ponto.

Mais uma pessoa negra, de comunidade, sem apontamento negativo criminal algum, está em cárcere por causa de um mero reconhecimento fotográfico
Danilo Reis, advogado





Fonte: Externa

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