Piracicaba confirma 5ª morte por dengue em 2024 e região soma 12 óbitos pela doença; veja cidades

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A Vigilância Epidemiológica (VE) de Piracicaba (SP) confirmou a quinta morte por dengue na cidade em 2024 na tarde desta sexta-feira (19). O resultado veio após exame confirmatório realizado pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. A paciente é uma mulher, moradora da região Central, que sofria de doenças crônicas, com idade entre 80 e 89 anos.

Segundo a prefeitura, a quinta morte por dengue em Piracicaba ocorreu na semana entre os dias 17 a 23 de março. O caso é autóctone, quando têm origem local, na cidade, sem classificação para sorotipo da dengue.

Piracicaba tem 8.474 casos positivos de dengue, de acordo com levantamento mais recente divulgado pela Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (19). Quatro óbitos suspeitos ainda estão em investigação.

A quarta morte por dengue em Piracicaba foi registrada no último dia 5 de abril. O paciente é um homem, com comorbidades, na faixa etária entre 70 e 79 anos, residente na região Sul de Piracicaba. O caso classificado como sorotipo 1 da dengue.

No dia 4 de abril, a terceira morte por dengue foi confirmada na cidade. A vítima é um homem na faixa etária entre 80 e 89 anos, morador da região Central do município. O paciente, segundo a Secretaria de Saúde, tinha comorbidades.

Os dois últimos óbitos confirmados também ocorreram em decorrência de infecções autóctones por dengue, sem classificação para sorotipo da doença. As mortes ocorreram na semana entre os dias 10 a 16 de março.

No dia 20 de março, a Secretaria de Saúde informou a segunda morte por dengue na cidade. A vítima é um homem idoso, na faixa etária entre 60 e 69 anos, morador da região Leste do município.

Segundo a prefeitura, o paciente tinha comorbidades e faleceu na primeira semana do mês. O caso é autóctone, ou seja, tem origem local e foi identificado como sorotipo 1 da dengue. Entenda o que isso significa e a diferença entre os sorotipos.

O primeiro óbito confirmado foi em uma paciente do sexo feminino, com comorbidades, na faixa etária entre 70 e 79 anos, residente na região central.

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Com o resultado do exame, a região chega a 12 óbitos confirmados causados pela dengue. Confira a lista, abaixo.

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A Secretaria de Saúde ressalta que segue monitorando os casos de dengue no município e continua com o trabalho intenso de combate ao mosquito Aedes aegypti transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

“Com apoio do Programa Municipal de Combate ao Aedes (PMCA), vinculado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), os agentes de saúde e zoonoses ampliaram suas atividades com ações orientativas e educativas casa a casa de segunda a sexta-feira”.

Os arrastões e mutirões seguem todos os sábados e as equipes de nebulização seguem atuando em regiões com maior número de casos, além das ações de remoção de inservíveis em residência de acumuladores, entrada forçada em locais suspeitos para criadouros, entre outras ações.

Quando buscar atendimento? Na metrópole, a orientação da Secretaria de Saúde é que todo morador que apresentar febre alta (39ºC a 40ºC) de início repentino e tiver pelo menos dois dos demais sintomas, deve procurar imediatamente um serviço de saúde.

SAIBA ONDE BUSCAR ATENDIMENTO EM CASO DE SINTOMAS

Os principais sintomas, além da febre, são: dor de cabeça, prostração (fraqueza, abatimento, moleza), dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos.

Veja algumas das orientações da Saúde para evitar a dengue:

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Fonte: Externa

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