Júri de bolsonarista que matou petista definirá se houve motivação política

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Defesa descarta motivação política e vai pedir absolvição. Os representantes legais de Guaranho alegam que o policial penal agiu em legítima defesa, já que Arruda estava com a arma em punho quando o atirador invadiu a festa onde ocorreu o crime.

Dez testemunhas irão participar do júri. Cinco delas foram chamadas pela defesa de Guaranho e as outras cinco pelo MP.

Pena pode chegar a 30 anos de prisão. Caso o júri acolha a denúncia de homicídio qualificado, a pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão. Se houver o entendimento de que ocorreu homicídio simples, o réu pode ser condenado de 6 a 20 anos. No mês passado, Guaranho foi demitido do cargo de policial penal por Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública.

O que dizem os envolvidos

Quem vai esperar que uma pessoa invada uma festa para matar o aniversariante por divergência política? Esse crime deixou um trauma na família. Até hoje, tenho medo de entrar em expressar o meu posicionamento. Só espero que a Justiça seja feita e que o júri tome a decisão pela condenação por homicídio duplamente qualificado.
Pâmela Arruda, esposa de Marcelo Arruda

Não houve discussão política. O desentendimento começou porque o Marcelo não gostou da música que estava tocando no carro e se exaltou. O meu irmão levou um tiro na boca que fez com que ele perdesse os dentes e soltasse a mandíbula. Ele ainda tem um projétil na perna, ficou com o joelho danificado e precisa de muleta para caminhar. Só queremos que a verdade venha à tona e esperamos que ele seja inocentado.
Ana Laura Guaranho, irmã de Jorge Guaranho





Fonte: Externa

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