Ibovespa abre em alta, mas tensões no Oriente Médio geram cautela

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O Ibovespa abriu em alta nesta sexta-feira (19), marcada pelo vencimento de opções sobre ações, com as atenções voltadas para o noticiário sobre a situação no Oriente Médio.

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Às 10h30, o Ibovespa tinha uma variação positiva de 0,17%, a 124.411,29 pontos. O contrato futuro do Ibovespa com vencimento mais curto, em 12 de junho, registrava um acréscimo de 0,06%, atingindo 125.930 pontos. O último pregão da semana também é marcado pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista.

Explosões ecoaram sobre uma cidade iraniana nesta sexta-feira, em um ataque descrito por fontes à Reuters como sendo de origem israelense. No entanto, Teerã minimizou o incidente, indicando que não tinha planos de retaliação – uma resposta que parecia destinada a evitar uma guerra mais ampla na região.

A escala limitada do ataque e a resposta silenciosa do Irã parecem sinalizar um esforço bem-sucedido dos diplomatas que têm trabalhado sem parar para evitar uma guerra total desde o ataque iraniano com drones e mísseis contra Israel no último sábado.

O dólar caía em relação ao real nesta sexta-feira com o pessimismo pelo conflito do Oriente Médio. O dólar à vista tinha queda de 0,’8%, alcançando  R$ 5,23 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento avançava 0,59%, a R$ 5,27.

O petróleo caía após uma alta anterior de preços de mais de US$3 dólares. Os futuros do petróleo Brent recuavam US$ 0,66, ou 0,76%, para US$ 86,45 dólares o barril por volta de 9:25 (horário de Brasília). O contrato intermediário mais ativo do oeste do Texas nos Estados Unidos caía US$ 0,67, ou 0,82%, para US$ 81,43.

“O atual cenário é de muita cautela e risco. É véspera de final de semana, ninguém vai querer ficar comprado, porque vai que tem mais retaliação no final de semana. Além de todos os problemas lá fora, a gente tem o déficit fiscal aqui, o governo mexendo num orçamento que foi aprovado há menos de um ano”, disse Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank.

Na China, o governo deve deixar as taxas de juros de referência inalteradas nesta segunda-feira, já que dados econômicos encorajadores do primeiro trimestre reduziram a urgência de mais estímulos monetários para ajudar em uma recuperação frágil. O enfraquecimento do iuan também continua a restringir a margem de manobra disponível para Pequim flexibilizar a política monetária.



Fonte: Externa

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