Em pouco tempo, Formula E acumula progressos tecnológicos

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O piloto português António Félix da Costa é o atual campeão mundial da Fórmula E, a categoria de automobilismo que usa carros elétricos. Uma categoria que precisou superar percalços e atingir o prestígio e a capacidade que tem hoje, com carros potentes e modernos.

Quando a Fórmula E começou a dar seus primeiros passos, os carros ainda não apresentam condições ideais para uma corrida inteira. Dois deles eram necessários para completar uma única prova. Eles ofereciam apenas uma fração da potência fornecida na Fórmula 1.

“Achava que iria correr com 1.000 cavalos de potência”, lembra António. “Então me vejo correndo com algo com menos de 200 cavalos de potência – e precisamos trocar de carro no meio da corrida para completar o circuito porque as baterias não têm autonomia suficiente”, acrescenta.

Apesar das limitações da época, o piloto viu potencial na categoria elétrica. Os veículos elétricos estavam se tornando mais populares e a Fórmula E teve a oportunidade de acelerar o seu progresso.

Imagem: Divulgação/Porsche

O avanço da Fórmula E trouxe carros potentes

  • As equipes atuais de Fórmula E usam apenas um carro, que tem quatro vezes a potência dos modelos originais.
  • Em um período que o desenvolvimento da Fórmula 1 tem sido tímido, o progresso das corridas elétricas apenas acelerou.
  • Os motoristas recebem regularmente atualizações digitais em todos os aspectos de seus carros, desde as marchas e o rádio até a potência e o torque.
  • As equipes estão sempre abertas a experimentações. Quando surgem novas ideias, elas são rapidamente testadas no simulador.

“Mesmo as ideias mais malucas podem acabar no carro de corrida no dia seguinte”, diz António.

O simulador de corrida é só uma das muitas tecnologias que transformam a Fórmula E. Na conferência The Next Web, em 14 de junho, António compartilhará mais segredos da transformação digital do esporte.

“Quando corri no Brasil, no Autódromo de São Paulo, a configuração de largada já tinham sido definidas aqui no simulador. Isso mostra o quão próximo acreditamos que o simulador está do carro real”, completa o piloto.

Visão de cima de piloto em carro da Fórmula E
(Imagem: Jens Mommens/Shutterstock)



Fonte: Externa

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