Apenas dois dos 96 bairros da cidade de SP não enfrentam epidemia de dengue; óbitos causados pela doença chegam a 67

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Moema e Jardim Paulista são os únicos dos 96 bairros da cidade de São Paulo que não enfrentam epidemia de dengue, segundo o último boletim de arboviroses divulgado na última segunda-feira (22).

Para configurar “situação de epidemia”, o número de casos confirmados por 100 mil habitantes deve passar de 300.

O maior índice foi registrado Vila Jaguara, na Zona Oeste, com 9.651,1 casos a cada 100 mil pessoas. Confira os distritos com epidemia de dengue abaixo:

Segundo dados do painel de monitoramento da dengue, administrado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), os casos da doença na capital somam os 205.121, 29,9% do total do estado.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 67 pessoas morreram de dengue neste ano.

Na última semana, a gestão municipal informou que não vai ampliar a faixa etária de vacinação, como permitido pelo Ministério da Saúde, porque as doses que vencem antes do dia 30 de abril serão usadas no público-alvo – crianças e adolescentes de 10 a 14 anos – antes da data.

Para esse grupo, a campanha de vacinação acontece em todos os postos de saúde da cidade.

Para receber o imunizante, a criança precisa estar acompanhada de um responsável, portando documento de identidade, cartão de vacina e comprovante escolar ou de residência.

A criança também não pode ter sido diagnosticada com dengue nos últimos seis meses.

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O estado de São Paulo já registra 353 óbitos causados pela dengue neste ano e investiga outras 668 mortes.

Ao todo, mais de 680 mil casos da doença já foram confirmados no território paulista. Desses, 843 são considerados graves.

Evite qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. O mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d’água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta.

Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. Isso vale para qualquer recipiente com água.

Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.

*Sob supervisão de Lívia Machado

Fonte: Externa

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