93,6% das consultas por telemedicina evitam novos atendimentos

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Você já se consultou com um médico online ?

Se hoje essa forma de atendimento é relativamente comum, antes da pandemia de Covid-19 era complicado fazer esse tipo de consulta, pois se acreditava que era necessária uma avaliação física e pessoal do paciente.

Mas, durante o isolamento, o governo e o Conselho Federal de Medicina perceberam (CFM) perceberam que a população precisava de um auxílio, mesmo a distância, e aí se criaram regras temporárias para consultas médicas online. A adesão foi tanto que a prática foi regulamentada por lei em 2022.

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“Antes da pandemia, havia muita desconfiança sobre como se davam as teleconsultas e como elas realmente poderiam contribuir para a resolução de problemas de saúde. Hoje, tanto médicos quanto pacientes sabem da importância que é ter essa opção à mão”, afirma Fábio Tiepolo, CEO da Docway, uma plataforma de telemedicina.

“É preciso educar os colaboradores e estimular grandes empresários a adotarem novos modelos”, afirma André Martins, VP de Benefícios da Alper Seguros.

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Fábio completa afirmando que a teleconsulta pode ser acionada tanto para casos pontuais quanto para o acompanhamento de condições crônicas, e que a facilidade que se tem ao acessar um médico ou psicólogo na palma da mão aumenta também a adesão a tratamentos.

Mas, claro, há um bom número de situações em que consultas presenciais são mais adequadas. Um bom papo com os profissionais que atendem você ajudam a entender quando usar recursos digitais, e quando não.

Fonte: Externa

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